Cirinho do Rio Doce - Cavaleiro Errante

 

Sou um cavaleiro errante
Não tenho paradas e nem onde chegar
Trago minha espada sangrenta
E a alma toda marcada de tanto lutar.
O trote de meu alazão
Vem trazendo a morte de um povo inocente
Que só cultivam a trerra
Saceiam a fome para não morrer.

Ó senhor eu peço perdão pelos tiros de guerras de nossos canhões
Eu também sou inocente
Mas essa é a vontade de nossos patrões